Sensores PM e sensores NOx são tipos distintos de sensores; diferem significativamente em termos das substâncias que detectam, dos seus princípios de funcionamento e dos seus cenários de aplicação.
Diferentes alvos de detecção
Os sensores PM são projetados para medir a concentração de material particulado (PM) – como partículas de fuligem como PM2,5 e PM10 – nos gases de escape ou no ar ambiente.
Os sensores NOx são projetados para medir a concentração de óxidos de nitrogênio (gases NOx, como NO e NO₂) nos gases de escape.
Diferentes princípios operacionais
Os sensores PM utilizam frequentemente o método de dispersão de laser, calculando a concentração de partículas com base na intensidade da luz espalhada; em aplicações automotivas, eles também podem medir a condutividade elétrica após a regeneração em alta temperatura para determinar o conteúdo de fuligem.
Os sensores NOx operam com base em princípios eletroquímicos, utilizando materiais eletrolíticos sólidos de zircônia que reagem com óxidos de nitrogênio em altas temperaturas para gerar um sinal elétrico proporcional à concentração, que é então enviado à ECU para processamento.
Diferentes locais de instalação em veículos
Os sensores PM são normalmente instalados na saída do DPF (Filtro de Partículas Diesel) para monitorar as emissões após a filtragem de partículas.
Os sensores de NOx são geralmente posicionados na entrada e na saída do sistema SCR (Redução Catalítica Seletiva) para regular a injeção de uréia e monitorar a eficiência da conversão catalítica.
Esses são dois tipos distintos de sensores centrais nos modernos sistemas de controle de emissões automotivas; embora possam parecer semelhantes, suas funções não são intercambiáveis.
Sensores PM e sensores NOx são tipos distintos de sensores; diferem significativamente em termos das substâncias que detectam, dos seus princípios de funcionamento e dos seus cenários de aplicação.
Diferentes alvos de detecção
Os sensores PM são projetados para medir a concentração de material particulado (PM) – como partículas de fuligem como PM2,5 e PM10 – nos gases de escape ou no ar ambiente.
Os sensores NOx são projetados para medir a concentração de óxidos de nitrogênio (gases NOx, como NO e NO₂) nos gases de escape.
Diferentes princípios operacionais
Os sensores PM utilizam frequentemente o método de dispersão de laser, calculando a concentração de partículas com base na intensidade da luz espalhada; em aplicações automotivas, eles também podem medir a condutividade elétrica após a regeneração em alta temperatura para determinar o conteúdo de fuligem.
Os sensores NOx operam com base em princípios eletroquímicos, utilizando materiais eletrolíticos sólidos de zircônia que reagem com óxidos de nitrogênio em altas temperaturas para gerar um sinal elétrico proporcional à concentração, que é então enviado à ECU para processamento.
Diferentes locais de instalação em veículos
Os sensores PM são normalmente instalados na saída do DPF (Filtro de Partículas Diesel) para monitorar as emissões após a filtragem de partículas.
Os sensores de NOx são geralmente posicionados na entrada e na saída do sistema SCR (Redução Catalítica Seletiva) para regular a injeção de uréia e monitorar a eficiência da conversão catalítica.
Esses são dois tipos distintos de sensores centrais nos modernos sistemas de controle de emissões automotivas; embora possam parecer semelhantes, suas funções não são intercambiáveis.